Deliciem-se com neste Soneto de como ele via Sergipe, naquele tempo.
Três dúzias de casebres remendados,
Seis becos, de mentrastos entupidos,
Quinze soldados, rotos e despidos,
Doze porcos na praça bem criados.
Dois conventos, seis frades, três letrados,
Um juiz, com bigodes, sem ouvidos,
Três presos de piolhos carcomidos,
Por comer dois meirinhos esfaimados.
As damas com sapatos de baeta,
Palmilha de tamanca como frade,
Saia de chita, cinta de raqueta.
O feijão, que só faz ventosidade
Farinha de pipoca, pão que greta,
De Sergipe d'El-Rei esta é a cidade
segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Sem Título
O artista plástico brasileiro, nascido em Feira de Santana-BA, César Romero está expondo toda a singeleza de sua arte na Galeria Horácio Hora do Instituto SEMEAR.
César Romero, baiano inquieto, já girou 50 países, além do Brasil, é claro, trazendo harmonia através de suas cores. Já foi convidado para que seus trabalhos servissem de estamparia para tecidos finos, mas rejeitou. Ele anda percorrendo o Brasil agora com essa exposição que se iniciou em Aracaju (que privilégio, hein!), intitulada BR-BRAMA.
Barcos
No mar
pista de baile
da vida
Barcos
executam sua dança
em sintonia com os ventos
E a praia
espera sua chegada
pista de baile
da vida
Barcos
executam sua dança
em sintonia com os ventos
E a praia
espera sua chegada
O Portal (Porta de Passagem)
Assinar:
Postagens (Atom)


